Falar sobre saúde mental, bullying, violência doméstica ou gravidez na adolescência é um desafio que exige sensibilidade e, sobretudo, conexão real com o público jovem. É para romper essa barreira que o projeto “EduCan(tan)do – Prevenir ou Remediar?” desembarca em São Paulo entre os dias 24 e 26/08. A iniciativa aposta na força da arte como ferramenta de conscientização, substituindo o formato das palestras tradicionais por uma experiência performática, acolhedora e participativa.
Em sessões de até 60 minutos, o espetáculo transforma temas frequentemente cerceados por tabus em um ambiente de troca dinâmica. No palco, três artistas conduzem uma sequência de esquetes cômico-musicais que utilizam uma linguagem acessível e que promove o engajamento com o público. A montagem combina música ao vivo, paródias de sucessos consagradas, truques de mágica e performances circenses. Mais do que espectadores, os estudantes de 13 a 17 anos são convidados a assumir o protagonismo da sessão, participando ativamente da construção do debate.
A cada apresentação, os próprios jovens ajudam a definir os temas que serão abordados no palco, garantindo que o conteúdo esteja em sintonia direta com suas angústias e realidades imediatas. Entre os eixos temáticos trabalhados estão a gravidez na adolescência, a obesidade, o bullying, a violência doméstica, as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e os cuidados com a saúde mental, questões que, embora centrais na vida dos adolescentes brasileiros, ainda enfrentam barreiras impostas pelo preconceito e pela desinformação.
Ao adotar o humor e o entretenimento, o projeto não minimiza a seriedade dos assuntos, pelo contrário, utiliza a leveza como um mecanismo estratégico para criar uma conexão genuína, desarmar resistências e fomentar o pensamento crítico. O espetáculo se propõe a ser muito mais do que uma peça de teatro, trata-se de um espaço de escuta ativa que encoraja o autocuidado, a empatia e a busca por ajuda. Ao integrar educação e arte, o projeto reafirma que conversar sobre saúde e bem-estar pode ser não apenas informativo, mas um exercício transformador de convivência.
“Acreditamos no poder transformador da cultura e na capacidade da arte de aproximar pessoas e inspirar mudanças. Ao apoiar o projeto ‘EduCan(tan)do – Prevenir ou Remediar?’, reforçamos nosso compromisso com iniciativas que promovem conhecimento, bem-estar e o desenvolvimento das novas gerações”, afirma Júlio Luiz Marques, diretor da Viação Santa Brígida.
Realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o projeto “EduCan(tan)do – Prevenir ou Remediar?” tem produção da Luar ao Avesso, apoio da Incentivar e Altia e Komedi Projetos, com patrocínio da Viação Santa Brígida e é realizado pelo Ministério da Cultura.



Sobre a Viação Santa Brígida
A Viação Santa Brígida é uma empresa prestadora de serviços de transporte urbano de passageiros, dirigida pelo atual grupo acionista desde 1980. Integra o Grupo NSO, formado também pela Auto Viação Urubupungá, Urubupungá Transportes e Turismo, Viação Cidade de Caieiras e Censo . A empresa opera linhas urbanas nas regiões Noroeste e Central do município de São Paulo, com uma frota de cerca de 700 ônibus equipados com tecnologias como GPS, monitoramento por imagens e sistemas de telemetria, que contribuem para a segurança, o conforto e a confiabilidade das informações aos clientes.
A Viação Santa Brígida destaca-se entre as operadoras do sistema de transporte da cidade pelos elevados índices de qualidade em avaliações de desempenho realizadas pela SPTrans. Comprometida em atender às expectativas de seus clientes, a empresa conta com uma equipe de colaboradores capacitada e engajada em seu lema: “Gente transportando Gente”.
Sobre o Ministério
A principal ferramenta de fomento à Cultura do Brasil, a Lei de Incentivo à Cultura contribui para que milhares de projetos culturais aconteçam, todos os anos, em todas as regiões do país. Por meio dela, empresas e pessoas físicas podem patrocinar espetáculos – exposições, shows, livros, museus, galerias e várias outras formas de expressão cultural – e abater o valor total ou parcial do apoio do Imposto de Renda. A Lei também contribui para ampliar o acesso dos cidadãos à Cultura, já que os projetos patrocinados são obrigados a oferecer uma contrapartida social, ou seja, eles têm que distribuir parte dos ingressos gratuitamente e promover ações de formação e capacitação junto às comunidades. Criado em 1991 pela Lei 8.313, o mecanismo do incentivo à cultura é um dos pilares do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), que também conta com o Fundo Nacional de Cultura (FNC) e os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficarts). Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura.
Serviço:
“EduCan(tan)do – Prevenir ou Remediar?” em São Paulo (SP)
Local:
- 24/08/2026 – EEF Monteiro Lobato
- 25/08/2026 -EMEF Fernando Gracioso
- 26/08/2026 – EEF Dep. Rogê Ferreira
