Programa “Cozinhas e Infâncias” capacita cozinheiros da rede municipal de SP

Formação promove práticas de educação alimentar e nutricional nas unidades da Rede Municipal de Ensino
Redação Leia SP
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Cozinheiros das escolas municipais de São Paulo participam, desde terça-feira (3), do curso de formação do programa Cozinhas e Infâncias, realizado na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.

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A iniciativa é resultado de uma parceria entre o Instituto Comida e Cultura, a FSP-USP e a Prefeitura de São Paulo, com o objetivo de fortalecer as práticas de educação alimentar nas unidades da rede municipal de ensino.

Formação com atividades teóricas e práticas

A proposta do programa combina aulas presenciais e atividades a distância, abordando alimentação, cultura e práticas culinárias como estratégias pedagógicas.

As aulas práticas são realizadas no Laboratório e Cozinha Didática da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, permitindo que os participantes experimentem técnicas culinárias e metodologias de ensino voltadas à alimentação saudável.

Neste ano, participam profissionais de diferentes unidades educacionais, como:

  • EMEFs (Escolas Municipais de Ensino Fundamental);

  • EMEFMs (Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio);

  • EMEBSs (Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos);

  • CIEJAs (Centros Integrados de Educação de Jovens e Adultos).

Cada unidade conta com um representante no curso. Neste semestre, serão formadas sete turmas, com cerca de 30 participantes cada.

Formação continuada

Desde 2023, o programa já capacitou:

  • 546 professores da Educação Infantil;

  • 390 docentes do Ensino Fundamental;

  • 522 cozinheiros e cozinheiras da Educação Infantil.

O objetivo é ampliar a qualificação dos profissionais da rede municipal e fortalecer a educação alimentar nas escolas, alinhada ao Currículo da Cidade.

Alimentação como parte da educação

Durante o curso, os participantes também discutem temas como cultura alimentar brasileira, sustentabilidade e sistemas alimentares. O conteúdo inclui saberes de povos originários, afro-brasileiros e migrantes.

A proposta reconhece a alimentação escolar como um elemento importante para a promoção da saúde e do aprendizado dos estudantes, em consonância com o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

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