A Polícia Civil de São Paulo realizou nesta terça-feira (9) uma operação contra a falsificação de figurinhas, álbuns e material esportivo relacionados à Copa do Mundo 2026. A ação, conduzida pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), ocorreu em centros de comércio popular nos bairros do Brás e do Canindé, no centro da capital paulista.
Coordenada pela 1ª Delegacia da Divisão de Investigações Gerais (DIG), especializada no combate à pirataria, a operação resultou na apreensão de 50 mil figurinhas, mil álbuns e 1.039 camisetas da seleção brasileira. Todo o material será submetido à perícia. Quatro pessoas flagradas nos locais responderão por crime contra a propriedade industrial.
As fiscalizações ocorreram em estabelecimentos na avenida Rangel Pestana, no Brás, e nas ruas Vautier e Alexandrino Pedroso, no Canindé.
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Aumento das fiscalizações
As equipes intensificaram o combate à comercialização de produtos falsificados em razão da proximidade do início da Copa do Mundo 2026, período em que cresce a procura por itens ligados à competição.
Em 28 de maio, agentes do Deic apreenderam cerca de 85 mil álbuns e figurinhas da Copa, além de 2 mil camisas de seleções falsificadas em lojas no centro da capital. Na ocasião, cinco pessoas foram presas em flagrante com base na Lei Geral do Esporte.
Recomendações antes da compra
O Procon-SP orienta os consumidores a adotarem medidas preventivas para evitar prejuízos:
- verificar a reputação da empresa ou vendedor antes de efetuar o pagamento;
- conferir se o fornecedor disponibiliza informações de identificação e canais de atendimento;
- evitar negociações realizadas exclusivamente por aplicativos de mensagens sem garantias de segurança;
- desconfiar de promoções com valores muito abaixo dos praticados pelo mercado;
- guardar comprovantes, anúncios e demais registros da negociação;
- observar as condições de troca, devolução e prazo de entrega informadas pelo fornecedor.
No caso de figurinhas, álbuns e demais itens colecionáveis, o órgão recomenda atenção redobrada à origem dos produtos e à confiabilidade do vendedor. Consumidores com direitos desrespeitados podem registrar reclamações pelos canais oficiais de atendimento do Procon-SP.



