A Praça Lola Brah, na Zona Oeste de São Paulo, recebeu neste mês o primeiro plantio realizado a partir de indicações de moradores cadastrados no programa de Arborização Participativa. A iniciativa marca o início da execução das propostas habilitadas para este ano.
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A ação integra o projeto de enriquecimento ambiental do espaço, com o plantio de 50 mudas disponibilizadas pela Prefeitura, consolidando a participação popular no planejamento e na preservação das áreas verdes urbanas.
Participação e critérios técnicos
O programa permite que cidadãos e organizações proponham intervenções por meio de formulário eletrônico, seguindo diretrizes estabelecidas em edital. As propostas passam por análise dos Conselhos Regionais de Meio Ambiente (CADES) ou, quando necessário, pelo Conselho Municipal.
A avaliação técnica final é realizada pela Divisão de Arborização Urbana (DAU), responsável por verificar a viabilidade dos projetos antes da execução, conduzida pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) ou pelas subprefeituras.
Após a conclusão, os responsáveis devem apresentar um relatório detalhado das atividades em até 30 dias.
Estrutura dos projetos
Os Projetos Participativos de Arborização incluem informações técnicas como identificação dos responsáveis, objetivos, justificativa, cronograma, resultados esperados e mapeamento da área de intervenção. Em alguns casos, é exigido acompanhamento de responsável técnico para garantir a adequada implantação e manutenção das espécies.
Educação ambiental e engajamento
Além das intervenções físicas, o programa atua como ferramenta de capacitação. Os participantes passam a receber informações sobre cursos, formações e eventos ambientais, fortalecendo o vínculo entre população e poder público.
A iniciativa amplia o engajamento da sociedade na preservação ambiental e contribui para a qualificação dos espaços urbanos, promovendo sustentabilidade e melhoria da qualidade de vida.


