- Publicidade -

Guarulhos: Horta Sensorial do Espaço Kaimbé abre as portas para crianças neurodivergentes e pessoas com TEA

O projeto é promovido por indígenas e visa promover saberes e práticas sustentáveis
Redação Leia SP
2 Minutos de Leitura

Quer receber as notícias mais importantes em primeira mão?
Entre em nosso grupo no

Neste sábado (4), às 14h, o Espaço Kaimbé, em Guarulhos, situado na Aldeia Filhos Desta Terra (rua Onze, 36, Jardim dos Cardoso, região do Cabuçu), recebe crianças neurodivergentes e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) para participarem do projeto “Horta Sensorial – Nutrindo Vidas, Colhendo Afetos”.

A iniciativa busca promover inclusão, respeito à diversidade, sustentabilidade, saberes tradicionais e saúde comunitária, além do fortalecimento da identidade cultural e da cidadania ativa. Para participar, basta comparecer com roupa de camping ou trilha, tênis, repelente, protetor solar e garrafinha de água.

Experiência sensorial

A Horta Sensorial foi criada para estimular os cinco sentidos (tato, olfato, paladar, audição e visão), possibilitando aprendizado prático e afetivo. O cultivo de ervas medicinais, flores e frutos em canteiros suspensos aproxima os participantes da natureza, fortalece vínculos e promove trocas de saberes.

O espaço oferece acolhimento, inclusão e estímulo sensorial, contribuindo para o desenvolvimento de competências, habilidades e autonomia. Com até 45 participantes por atividade, as ações utilizam ferramentas de jardinagem, composteira, sementes, mudas e materiais reutilizados, reforçando o caráter sustentável do projeto.

Faça parte do nosso grupo no WhatsApp – clique aqui!

O projeto é fruto do Movimento Kaimbé do Estado de São Paulo, em parceria com o Movimento de Mulheres Indígenas de Guarulhos, liderado por Day Puri, do povo Puri, e pelo Cacique Alex Werá Kaimbé. A iniciativa conta ainda com a engenheira ambiental Janaina de Castro e apoio da Prefeitura de Guarulhos, além de instituições como UNEAfro, Instituto Peregum e Rotary Club de Diadema.

Mais do que uma horta, o espaço funciona como laboratório vivo, promovendo práticas integrativas em saúde, agroecologia e educação ambiental, alinhando ciência, ancestralidade e políticas públicas de inclusão.

Compartilhar este Artigo
Nenhum comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também pode gostar de saber...

Projeto PrEP na Rua oferece testes de HIV nas zonas leste e norte

Unidades móveis oferecerão vários serviços, além da distribuição de produtos de prevenção,…

Redação Leia SP

Governo de SP abre concurso público com 2,7 mil vagas para soldado da PM

As inscrições começaram hoje, 1º de abril, e vão até o mês…

Redação Leia SP
- Publicidade -