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Lei Maria da Penha completa 20 anos e Guarulhos avança na proteção às mulheres com novo projeto

Proposta aprovada na Câmara prevê cooperação de estabelecimentos comerciais, vigilantes e organizadores de eventos no acolhimento a mulheres em situação de risco
Redação Leia SP
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Às vésperas do aniversário de 20 anos da Lei Maria da Penha, celebrado em 7 de agosto, a Câmara de Guarulhos deliberou o Projeto de Lei nº 160/2026, que institui o Programa Municipal de Cooperação Preventiva e Proteção à Mulher em Situação de Risco.

A proposta é de autoria do presidente da Câmara, Martello (Republicanos) e do vereador Delegado Mesquita (PP). Considerada objeto de deliberação durante a 39ª Sessão Ordinária, a matéria segue agora para análise das comissões permanentes.

O que prevê o projeto

A proposta prevê a participação colaborativa de estabelecimentos comerciais, condomínios, empresas de segurança privada, vigilantes patrimoniais e organizadores de eventos em ações de acolhimento e proteção a mulheres em situação de risco, com comunicação rápida às autoridades competentes.

Para o presidente da Câmara, Martello, coautor da proposta, a iniciativa fortalece a rede de proteção ao ampliar a cooperação entre o poder público, a iniciativa privada e a sociedade.

“O enfrentamento à violência contra a mulher exige o compromisso de todos. Com esse projeto, queremos ampliar a rede de apoio e garantir que as vítimas encontrem acolhimento e um caminho mais rápido para chegar às autoridades competentes”, afirmou.

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Sindicato dos Vigilantes apoia a iniciativa

A deliberação foi comemorada pelo Sindicato dos Vigilantes de Guarulhos e Região, que anunciou apoio à proposta e prometeu colaborar para sua futura implementação.

Segundo o presidente da entidade, José Winter, a medida reconhece o papel preventivo exercido pelos profissionais de vigilância patrimonial em locais de grande circulação, permitindo que colaborem de forma humanitária e comuniquem situações de emergência às autoridades competentes, dentro dos limites legais de sua atuação.

“Estamos prontos para colaborar. Seremos parceiros de qualquer iniciativa que vise combater a violência contra a mulher. Assim que soubemos da deliberação do projeto, determinamos a criação de um grupo de trabalho dentro do sindicato para iniciar campanhas de conscientização e incentivar a participação de todos os nossos associados”, declarou Winter.

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