Estirão de crescimento: entenda quando adolescentes crescem mais e o que influencia a altura

Entenda quando ocorre o estirão de crescimento na adolescência e como genética, alimentação, sono e atividade física influenciam a altura
Redação Leia SP
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Os chamados “estirões de crescimento” costumam chamar a atenção de familiares, colegas e conhecidos, especialmente quando adolescentes apresentam mudanças significativas de altura em pouco tempo. Segundo a pediatra da Hapvida, especialista na saúde do adolescente, Maria Dulcinea Fernandez de Oliveira, cerca de 80% da estatura é determinada pela genética, enquanto o restante está relacionado a fatores ambientais e de desenvolvimento.

A especialista explica que a puberdade representa a última grande fase desse processo de crescimento:

“Nas meninas, entre 9 e 13 anos, acontece esse ‘espichamento’, enquanto nos meninos, acontece mais tardiamente, por volta dos 11 anos, marcado também por engrossamento da voz e surgimento de pelos corporais. Nas meninas, o crescimento se intensifica nos anos que antecedem a primeira menstruação (menarca) e continua após esse período de uma forma mais lenta, entre 5 cm e 8 cm. Nos meninos, o estirão pode representar um ganho médio de 10 a 12 centímetros”.

De acordo com a especialista, a ação dos hormônios durante a adolescência pode representar um aumento de aproximadamente 20% a 25% da estatura em um período de dois a quatro anos.

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Fatores que regulam o crescimento corporal

Além da genética, alguns hábitos são importantes para o desenvolvimento. A pediatra ressalta que uma alimentação equilibrada, com alimentos como carnes, feijão, leite, ovos e verduras, contribuem para o desenvolvimento ósseo e muscular.

“Outro fator importante que está ligado ao crescimento corporal está o sono regular. Oito a dez horas de sono é fundamental para a liberação do hormônio do crescimento. É nessa fase mais profunda, durante a noite, que acontece a ‘mágica’ do crescimento”, explica a especialista.

A prática regular de atividades físicas, como vôlei, basquete e ginástica, também impacta no crescimento corporal dos jovens durante essa fase.

Baixa estatura exige acompanhamento

No caso de crianças com baixa estatura, a especialista destaca a importância da avaliação médica para identificar possíveis alterações no hormônio do crescimento.

“Quando há suspeita de disfunção, o acompanhamento com endocrinologista infantil deve ocorrer antes do fechamento das placas de crescimento, para que, quando indicado, o tratamento possa ser realizado no período adequado”, ressalta Maria Dulcinea

Sobre a Hapvida

Com mais de 80 anos de experiência, o Grupo Hapvida é hoje o maior ecossistema de saúde da América Latina. A companhia possui mais de 75 mil colaboradores e atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado completo, com mais de 800 unidades espalhadas pelo Brasil, incluindo 84 hospitais, prontos atendimentos, clínicas médicas, centros de diagnóstico e coleta laboratorial, além de espaços especificamente voltados ao cuidado preventivo e crônico.

Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.

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